O que fazer quando nos sentimos perdidos? Sem sonhos para sonhar, sem objetivos para lutar? Tudo parece sem graça e pré destinado a dar errado. O pessimismo me possuiu hoje. Estou triste. Já fiz muito, já estudei, trabalhei, sofri, ajudei, me diverti, melhorei, mas nada disso nunca é suficiente... ainda é preciso mais. Porém de onde tirar forças? Não sou um ser humano tão bom assim ... nem tão forte, nem tão altruísta, nem tão determinado. Sou mais frágil do que pareço. To especialmente cansada hoje. Cansada desse um dia após o outro sem graça. De perdas e ganhos e perdas novamente. Uma pessoa me disse: A vida é assim. É , tem razão, é mesmo... mas me parece que a vida de certas pessoas são tão mais fáceis.. as coisas fluem, acontecem no momento certo... Por que na minha é tudo tao difícil ? Sou burra? Não percebo as oportunidades? Sempre estou atenta.. será que não sou persistente o bastante? Mais? Acho que posso fazer várias perguntas aqui, mas não vou descobrir a resposta. Basta-me continuar vivendo esta vidinha sem graça, sem grandes conquistas, sem sucessos, somente mais uma vida comum.
Sentimentos, impressões, idéias, opiniões de uma mulher aprendendo a viver.
sábado, 4 de outubro de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
Amai-vos...
Amai-vos um ao outro,
mas não façais do amor um grilhão.
Que haja, antes, um mar ondulante
entre as praias de vossa alma.
Enchei a taça um do outro,
mas não bebais da mesma taça.
Dai do vosso pão um ao outro,
mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos,
e sede alegres,
Mas deixai
cada um de vós estar sozinho.
Assim como as cordas da lira
são separadas e,
No entanto,
vibram na mesma harmonia.
Dai vosso coração,
mas não o confieis à guarda um do outro.
Pois somente a mão da Vida
pode conter vosso coração.
E vivei juntos,
mas não vos aconchegueis demasiadamente.
Pois as colunas do templo
erguem-se separadamente.
E o carvalho e o cipreste
não crescem à sombra um do outro.
Gibran Khalil Gibran
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Que teus olhos reflitam todo amor que existe em tí...
que revele os mistérios de teu silêncio...
que o fecha-los seja para olhar a alma
que o abri-los seja para vislumbrar a paisagem da vida, seja deserto
ou multidão seja beleza ou solidão,
seja miragem ou exatidão, que teu olhar seja sempre
viajante entre o interior e o exterior!!
_____Aziza Zayn
que revele os mistérios de teu silêncio...
que o fecha-los seja para olhar a alma
que o abri-los seja para vislumbrar a paisagem da vida, seja deserto
ou multidão seja beleza ou solidão,
seja miragem ou exatidão, que teu olhar seja sempre
viajante entre o interior e o exterior!!
_____Aziza Zayn
domingo, 24 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Somos como quebra-cabeças... peças embaralhadas de um grande quadro...
Na maioria das vezes esperando alguém chegar com disposição para arrumar, juntar, decifrar...
Porém quantas tentativas serão necessárias para que se encontre o encaixe perfeito?
Quantas vezes desistem antes de conseguir?
E outras que gostam mesmo de só ficar na tentativa?
Afinal, o interessante é o jogo.
E depois, que conseguimos montar tudo, o que sobra para fazer?
Apreciar?
Colar na parede? Admirar?
Provavelmente o quadro enfim decifrado, irá terminar seus dias no fundo de um baú, esquecido.
Quantas vezes já não nos sentimos assim? Peças usadas, abandonadas no fundo do baú.
Quantas vezes diante de opiniões diferentes, a decisão foi rebater, sem mesmo conhecer?
Quantas vezes diante de dificuldades, resolvemos desistir, em vez de tentar de novo?
Quantas vezes o quebra-cabeça pareceu difícil demais e ficou lá, abandonado até as pecinhas irem sumindo como por alguma mágica?
Será que somos um quebra-cabeça que vale a pena ser montado?
Na maioria das vezes esperando alguém chegar com disposição para arrumar, juntar, decifrar...
Porém quantas tentativas serão necessárias para que se encontre o encaixe perfeito?
Quantas vezes desistem antes de conseguir?
E outras que gostam mesmo de só ficar na tentativa?
Afinal, o interessante é o jogo.
E depois, que conseguimos montar tudo, o que sobra para fazer?
Apreciar?
Colar na parede? Admirar?
Provavelmente o quadro enfim decifrado, irá terminar seus dias no fundo de um baú, esquecido.
Quantas vezes já não nos sentimos assim? Peças usadas, abandonadas no fundo do baú.
Quantas vezes diante de opiniões diferentes, a decisão foi rebater, sem mesmo conhecer?
Quantas vezes diante de dificuldades, resolvemos desistir, em vez de tentar de novo?
Quantas vezes o quebra-cabeça pareceu difícil demais e ficou lá, abandonado até as pecinhas irem sumindo como por alguma mágica?
Será que somos um quebra-cabeça que vale a pena ser montado?
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